Os Lusíadas
Os Lusíadas
Os Lusíadasfoi publicado em 1572, escrito por Luís Vaz de Camões, conta a história de Vasco da Gama, que em 1498 liderou uma esquadra de navios portugueses para encontrarem uma rota para as Índias.
Este livro foi escrito por Camões para enriquecer e espalhar as grandes façanhas do povo português, para o mundo.
Estrutura:
A obra de Camões apresenta 1102 estrofes, escritas em oitavas com versos decassílabos, organizadas em 10 cantos. E é dividido em:
1-Introdução: Se estende pelo Canto 1. Subdividida em:
-Proposição. Onde o autor apresenta os fatos que irá cantar.
-Invocação. Onde o poeta invoca as ninfas do rio Tejo, para lhe dar a inspiração para fazer o poema.
-Dedicatória. Onde o poeta dedica o seu poema para Dom Sebastião, o rei de Portugal.
2- Narração:Se estende por todo o poema, que relata a viagem dos portugueses até a Índia, demonstrando todos os perigos enfrentados. É nessa parte que o poeta cita os contos de Inês de Castro, o Gigante Adamastor e o velho do Restelo.
Inês de Castro: O conto sobre Inês, a noiva de Pedro, príncipe de Portugal. Foi morta pelo rei, por motivos políticos e depois vingada por seu noivo, que matou o rei e todos os envolvidos em sua morte, após sua coroação, Pedro se casou com Inês e a coroou rainha, mesmo após sua morte.
Gigante Adamastor: Em meio caminho às Índias, os portugueses se encontram com um gigante, feito de pedra e terra, este os aconselhou á não seguir caminho, pois apenas a morte os esperaria. Também conta como foi traído por uma ninfa, que o convenceu a desistir da guerra contra os deuses, mas foi traído e transformado em pedra.
Velho do Restelo: Antes da partida dos navios, na praia do Restelo, os portugueses ouvem o discurso de um ancião, falando de todos os perigos da viajem e todos os males que ela traria ao povo português.
3- Epílogo:Se estende pelo final do último canto, onde o autos conclui a história e aconselha o rei e o povo português para que sejam fiéis à pátria e ao cristianismo.
Fonte: https://resumosdeliteratura.blogspot.com.br/2007/06/classicism